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Análises Brasil municipal

Brasil municipal em 10 retratos: eleição, economia, educação e território

Por Eduardo Lima e Mariana Costa TSE, IBGE, INEP, SICONFI, SNIS, SINESP e MapBiomas/PRODES

O Brasil não cabe em uma média. Os 5.570 municípios têm trajetórias distintas de renda, aprendizagem, saneamento, segurança e população. Este especial reúne dez recortes com a mesma base municipal do dataBR: cada capítulo parte de uma pergunta simples e mostra onde o país se comporta como um bloco e onde se divide.

A eleição de 2026 aparece em três capítulos — a virada, a abstenção e a relação entre o partido do prefeito e o voto presidencial. A correlação entre voto e desenvolvimento já está em análise separada. Aqui, o foco é o território: economia, educação, saneamento, segurança, demografia e uso do solo.

1. A virada municipal de 2026

No confronto direto do 1º turno, Flávio Bolsonaro havia vencido em mais municípios que Lula. No 2º turno, 211 municípios viraram de Flávio para Lula; 1 fizeram o caminho inverso. O saldo foi a base territorial da vitória: Lula ganhou onde precisava, sobretudo no Nordeste e em parte de Minas Gerais.

O swing médio de Lula entre os dois turnos foi de +5,3 pp. O maior ganho municipal chegou a +22,1 pp. Entre os municípios que viraram, Itabirito (MG) saiu de 41,0% para 52,5%.

  • Itabirito (MG) +11,4 pp
  • Três Ranchos (GO) +11,1 pp
  • Crixás (GO) +10,5 pp
  • Planaltina (GO) +10,4 pp
  • Alvorada do Norte (GO) +9,7 pp
  • Congonhas (MG) +9,5 pp
  • Florestal (MG) +9,5 pp
  • Paranaiguara (GO) +9,5 pp

Maiores ganhos de Lula entre turnos, em pontos percentuais. Barras maiores = virada mais forte.

Municípios que viraram e swing médio, por região
Região Municípios Viraram Swing médio
Sudeste 1.668 121 +6,1 pp
Sul 1.191 41 +5,0 pp
Norte 450 22 +4,5 pp
Centro-Oeste 467 21 +6,7 pp
Nordeste 1.794 10 +4,6 pp

A tabela soma 215 mudanças: 211 de Flávio para Lula, 1 de Lula para Flávio e 3 casos que saíram de empate no 1º turno ou terminaram empatados no 2º. O foco do texto são as 211 viradas de Flávio para Lula.

A leitura municipal não substitui a estadual: há municípios que mudaram de lado dentro de estados que Lula perdeu, e outros que resistiram em estados que ele ganhou. O mapa completo está em quem venceu em cada município.

2. Abstenção no 1º turno

No 1º turno, 20,8% do eleitorado não compareceu. A mediana municipal foi de 20,6%, com extremos de 7,3% a 40,1%. Em 120 municípios, a abstenção passou de 30%.

Entre os municípios com 20 mil habitantes ou mais, a maior abstenção foi em Novo Cruzeiro (MG), com 36,5%; a menor, em Ocara (CE), com 11,6%.

Municípios com maior abstenção no 1º turno, entre os que têm 20 mil habitantes ou mais
Município UF População Abstenção
Novo Cruzeiro MG 26.975 36,5%
Minas Novas MG 24.405 35,2%
Nova Alvorada do Sul MS 21.822 34,4%
Serro MG 21.952 33,4%
Pedra Azul MG 24.410 32,1%
Guanhães MG 32.244 32,0%
Jequitinhonha MG 24.007 31,9%
Itambacuri MG 21.042 31,9%

Abstenção não é o mesmo que voto nulo ou branco. O voto é obrigatório no Brasil, mas o comparecimento varia com distância, transporte, calendário e confiança no processo. Uma abstenção alta não indica, sozinha, rejeição a um candidato.

3. PIB: nível e crescimento

Entre 2010 e 2023, o PIB per capita nominal mediano dos municípios cresceu 219,5%. O número é nominal: inclui a inflação do período e não mede ganho real de renda. A dispersão é grande — 10% dos municípios cresceram menos de 131,7% e 10% cresceram mais de 361,3%.

O crescimento foi mais forte entre os municípios que começaram mais pobres. A mediana do primeiro quintil de PIB per capita em 2010 cresceu 238,6%; a do quintil mais rico, 175,8%. A correlação entre nível inicial e crescimento é -0,25: quanto mais alto o ponto de partida, menor o crescimento relativo.

  • Q1 · R$ 3.932 238,6%
  • Q2 · R$ 5.726 221,1%
  • Q3 · R$ 9.301 224,1%
  • Q4 · R$ 13.716 219,4%
  • Q5 · R$ 23.075 175,8%

Crescimento nominal acumulado do PIB per capita, 2010–2023, por quintil de PIB per capita em 2010. Q1 = 20% mais pobres; Q5 = 20% mais ricos.

Entre os municípios com 20 mil habitantes ou mais, há 240 que estavam no quintil mais rico em 2010 e ficaram no quintil de menor crescimento. No outro extremo, 41 começaram entre os mais pobres e terminaram entre os que mais cresceram. Não é um retrato de mobilidade individual: é a trajetória do PIB municipal, que pode ser puxada por petróleo, mineração, agroindústria ou repasses.

Ricos que estagnaram

Municípios ricos em 2010 com baixo crescimento nominal
Município PIB 2010 Cresc.
Porto Real (RJ) R$ 311.882 -49,5%
Triunfo (RS) R$ 219.848 25,2%
Quissamã (RJ) R$ 187.290 35,2%
São João da Barra (RJ) R$ 186.268 105,3%
Anchieta (ES) R$ 185.544 -58,3%

Pobres que cresceram

Municípios pobres em 2010 com alto crescimento nominal
Município PIB 2010 Cresc.
Morro do Chapéu (BA) R$ 4.680 895,7%
Sento Sé (BA) R$ 4.143 890,8%
Limoeiro de Anadia (AL) R$ 3.624 798,9%
Iraquara (BA) R$ 4.521 543,8%
Maracás (BA) R$ 4.575 448,0%

Casos como Maricá (RJ) e Saquarema (RJ) mostram o limite do indicador: royalties de petróleo elevam o PIB sem necessariamente elevar a renda das famílias. O ranking de PIB per capita deve ser lido ao lado de renda, emprego e IDH.

4. Dependência fiscal

A mediana da receita própria — impostos, taxas e contribuições — foi de 6,2% da receita total em 2024. As transferências correntes responderam por 82,2%. Em 3.202 municípios, as transferências passaram de 80% da receita; em 3.970, a receita própria ficou abaixo de 10%.

A dependência é maior onde a base econômica é pequena. A correlação entre transferências e PIB per capita é -0,59. Isso não significa ineficiência: municípios pequenos têm poucos contribuintes e recebem repasses constitucionais. Mas significa que choques na arrecadação federal ou estadual chegam rápido às contas locais.

  • Turilândia (MA) 97,2%
  • Santa Rita (MA) 96,8%
  • São Bernardo (MA) 96,8%
  • Ipixuna (AM) 96,6%
  • Aquidabã (SE) 96,5%
  • Urucurituba (AM) 96,4%
  • Palmeirândia (MA) 96,3%
  • Iguaí (BA) 96,2%
  • Fonte Boa (AM) 96,1%
  • Tanhaçu (BA) 95,9%

Maiores dependências de transferências correntes, entre municípios com 20 mil habitantes ou mais. Receita própria = impostos, taxas e contribuições.

No outro extremo, São Paulo (SP) tem 57,2% de receita própria. Capitais e cidades industriais conseguem financiar mais do próprio orçamento; municípios agrícolas e dormitórios dependem mais de repasses.

5. IDEB: avanço e estagnação

Dos 5.559 municípios com série histórica, 5.522 melhoraram o IDEB dos anos iniciais entre o primeiro e o último ano disponível; 16 pioraram. A mediana da variação foi de 2,4 pontos, e a média simples subiu de 3,7 para 6,2.

A série nacional mostra avanço de longo prazo, uma queda em 2021 e recuperação depois. O IDEB combina fluxo escolar e aprendizagem; não mede a qualidade de cada escola. Municípios pequenos têm maior volatilidade porque uma turma pode mover a nota.

6,24,93,62005: 3,6120052007: 4,012009: 4,5220092011: 4,832013: 5,0320132017: 5,620172019: 5,732021: 5,5720212023: 5,822025: 6,222025

Média simples do IDEB municipal dos anos iniciais, rede pública. Não pondera pelo número de alunos.

Municípios com maiores ganhos de IDEB entre o primeiro e o último ano da série
Município UF Inicial Final Variação
União dos Palmares AL 2,6 10,0 +7,4
Tamboril CE 2,2 9,3 +7,1
Coreaú CE 3,0 10,0 +7,0
Murici AL 2,2 9,2 +7,0
Coruripe AL 3,1 10,0 +6,9
Independência CE 2,9 9,8 +6,9
Nova Russas CE 2,8 9,7 +6,9
Campo Alegre AL 2,4 9,2 +6,8

A tabela considera municípios com 20 mil habitantes ou mais.

Ganhos extremos, como o de União dos Palmares (AL), pedem cautela: podem refletir mudança real, mas também turmas pequenas, alteração de rede ou revisão de dados. O IDEB municipal é um retrato agregado, não uma auditoria escolar.

6. Saneamento: cobertura e qualidade

No Censo 2022, 62,2% da população tinha esgotamento sanitário adequado, 82,5% tinha ligação à rede de água e 90,5% tinha o lixo coletado. A mediana municipal do esgoto foi de apenas 31,6%: 3.516 municípios ainda estavam abaixo de 50% de cobertura. A média nacional é maior porque é ponderada pela população e puxada pelas cidades grandes; a mediana mostra o município típico.

Entre os municípios com 100 mil habitantes ou mais, a menor cobertura estava em Breves (PA), com 0,6%; a maior, em São Caetano do Sul (SP), com 99,5%.

Municípios com 100 mil habitantes ou mais e menor cobertura de esgoto
Município UF População Esgoto Água
Breves PA 106.968 0,6% 17,5%
Cametá PA 134.184 3,5% 44,4%
Itaituba PA 123.314 4,1% 25,3%
Abaetetuba PA 158.188 4,3% 17,3%
Bragança PA 123.082 4,4% 31,0%
Santana AP 107.618 4,8% 49,7%
Santa Rita PB 149.910 6,7% 84,7%
Ji-Paraná RO 124.333 7,7% 59,4%

Cobertura não é tratamento. O SNIS 2022 tem dado de 2.891 municípios: a mediana do índice de coleta foi 71,8%. O índice de tratamento é reportado de forma heterogênea e deve ser lido com cautela. Entre os casos de coleta alta e tratamento declarado zero estão São João de Meriti (RJ), com 100,0% de coleta, e Governador Valadares (MG), com 85,0%.

Perda de água e investimento por habitante completam o quadro: há cidades com coleta alta e perda alta, e outras com cobertura baixa e investimento baixo. A maior perda de água entre os municípios com 100 mil habitantes ou mais está em Itaboraí (RJ), com 85,7%.

7. Segurança: homicídios e feminicídios

A taxa nacional de homicídios dolosos foi de 15,5 por 100 mil habitantes em 2025. Entre os 1.710 municípios com 20 mil habitantes ou mais, a mediana foi de 12,4 por 100 mil; 91 municípios ficaram acima de 50 por 100 mil.

A maior taxa esteve em Itabela (BA), com 106,5 por 100 mil. A taxa nacional de feminicídios foi de 0,8 por 100 mil. Entre os municípios com 20 mil habitantes ou mais, o maior número absoluto do recorte apareceu em Tocantinópolis (TO), com 3 casos. A subnotificação e a classificação dos casos variam por estado.

Municípios com maiores taxas de homicídios dolosos por 100 mil habitantes
Município UF População Homicídios Por 100 mil
Itabela BA 28.165 30 106,5
Pedras de Fogo PB 29.662 31 104,5
Maranguape CE 105.093 105 99,9
Amontada CE 42.156 41 97,3
Presidente Tancredo Neves BA 27.734 25 90,1
São José de Mipibu RN 47.286 42 88,8
São Francisco de Itabapoana RJ 45.059 39 86,6
Santa Cruz Cabrália BA 29.185 25 85,7

Taxas de municípios pequenos são instáveis: um ou dois casos mudam muito o indicador. O corte de 20 mil habitantes reduz esse ruído, mas não elimina. Os dados do SINESP dependem do registro das polícias estaduais e não capturam todos os crimes.

8. Envelhecimento e população

O índice de envelhecimento mediano foi de 61,4 e a idade mediana, de 36 anos. Entre 2010 e 2022, 2.392 dos 5.565 municípios perderam população; a variação mediana foi de 1,6%.

Entre os municípios com 20 mil habitantes ou mais, o envelhecimento mais avançado aparece em Santos (SP), com índice 129,9. O maior encolhimento populacional foi em Santana do Araguaia (PA), -42,3%; o maior crescimento, em Canaã dos Carajás (PA), 188,5%.

  • Santos (SP) 129,9
  • Santa Rita do Passa Quatro (SP) 123,9
  • Itapecerica (MG) 122,2
  • Niterói (RJ) 118,2
  • São Caetano do Sul (SP) 117
  • São Sepé (RS) 115,7
  • Bambuí (MG) 112,7
  • São Lourenço do Sul (RS) 111,3

Índice de envelhecimento: pessoas de 60 anos ou mais para cada 100 pessoas de 0 a 14 anos. Entre municípios com 20 mil habitantes ou mais.

Variação populacional e municípios que encolheram, por região
Região Municípios Encolheram Variação média
Nordeste 1.794 877 0,9%
Sudeste 1.668 643 3,9%
Sul 1.188 532 4,2%
Norte 449 175 6,3%
Centro-Oeste 466 165 9,4%

9. Agropecuária e floresta

A agropecuária ocupa 61,5% da área municipal mediana; a floresta, 29,3%. 3.462 municípios têm mais de metade do território em agropecuária; 1.612 têm mais de metade em floresta.

A correlação entre participação agropecuária e desmatamento acumulado é 0,88. É uma associação ecológica, não uma prova de causalidade: o desmatamento acumulado mede o quanto a cobertura original já foi removida, não o desmatamento de um ano específico. Municípios urbanos antigos aparecem no topo porque quase não têm vegetação nativa restante.

A tabela considera municípios com 20 mil habitantes ou mais.

Municípios com maior participação agropecuária e maior desmatamento acumulado
Município UF Agro Floresta Desmatado
Medeiros Neto BA 95,3% 2,8% 94,7%
Boquim SE 94,9% 3,7% 95,5%
Aliança PE 93,8% 4,3% 93,8%
Colorado PR 93,4% 3,5% 95,3%
Nanuque MG 93,3% 4,5% 91,4%
Adamantina SP 93,0% 2,9% 93,9%
Lucélia SP 92,7% 4,7% 91,0%
Álvares Machado SP 92,7% 4,0% 93,4%

Entre os maiores desmatamentos acumulados estão Lago da Pedra (MA) e São João de Meriti (RJ). A leitura de fronteira agrícola exige separar desmatamento antigo de perda recente; o dado do PRODES usado aqui é acumulado.

10. Prefeitos 2024 e voto 2026

Em 5.518 municípios, é possível comparar o partido do prefeito eleito em 2024 com o voto presidencial de 2026. Há 16 partidos com pelo menos 20 municípios. A média de Lula foi maior onde o prefeito é do PT (69,0%) e menor onde o prefeito é do PL (42,1%). A amplitude foi de +26,9 pp.

  • PT (251) 69,0%
  • PSB (309) 67,2%
  • AVANTE (136) 64,0%
  • MOBILIZA (21) 62,8%
  • SOLIDARIEDADE (63) 57,4%
  • REPUBLICANOS (432) 55,4%
  • PDT (151) 55,1%
  • PRD (76) 54,3%
  • MDB (854) 53,7%
  • PSD (884) 53,4%
  • PSDB (274) 51,8%
  • UNIÃO (583) 51,6%
  • PP (747) 50,7%
  • PODE (127) 50,3%
  • CIDADANIA (32) 46,0%
  • PL (514) 42,1%

Média simples do voto em Lula no 2º turno, por partido do prefeito eleito em 2024. Todos os partidos com 20 municípios ou mais.

A relação é ecológica e não prova coordenação política: o eleitor pode votar no prefeito de um partido e no presidenciável de outro. Partidos também mudam de posição e de aliança entre eleições. O dado serve para levantar hipóteses sobre territorialização partidária, não para atribuir causalidade.

Metodologia e fontes

  • Eleição: TSE, 1º turno (eleição 6257) e 2º turno (6258), votos nominais para presidente. A “virada” compara o vencedor do confronto direto Lula–Flávio no 1º turno com o vencedor no 2º; não usa o líder geral quando outro candidato liderou.
  • Abstenção: abstenções divididas pelo eleitorado apto no 1º turno. Não inclui votos brancos e nulos.
  • PIB: PIB municipal nominal de 2010 e 2023, dividido pela população de 2010 e 2022. Crescimento nominal acumulado, sem deflator; ranking entre municípios com dados.
  • Fiscal: SICONFI 2024. Receita própria = impostos, taxas e contribuições; transferências = transferências correntes. Percentuais sobre a receita orçamentária; valores negativos ou acima de 120% foram excluídos.
  • IDEB: INEP, rede pública, anos iniciais. Primeiro e último ano disponível na série municipal (em geral 2005 e 2025); média simples, sem ponderação por alunos.
  • Saneamento: Censo 2022 (esgoto adequado, água de rede e lixo coletado) e SNIS 2022 (coleta, tratamento, perda de água e investimento por habitante). Cobertura não é tratamento.
  • Segurança: SINESP 2025, homicídios dolosos e feminicídios por 100 mil habitantes. Rankings usam municípios com 20 mil habitantes ou mais.
  • População: Censo 2010 e 2022; índice de envelhecimento e idade mediana do Censo 2022.
  • Uso do solo: MapBiomas 2025 e PRODES 2023; desmatamento acumulado, não taxa anual recente.
  • Prefeitos: TSE 2024, partido do prefeito eleito; média simples do voto em Lula em 2026 por partido.

Limites

  • Falácia ecológica: os dados são municipais. Uma média de município não descreve o comportamento de indivíduos.
  • Correlação não é causalidade: PIB, IDEB, saneamento, segurança e voto se influenciam mutuamente e compartilham história regional.
  • PIB nominal: o crescimento de 2010–2023 inclui inflação e pode ser distorcido por royalties, mineração e grandes projetos.
  • Cobertura: IDEB, SNIS e segurança não têm dados completos para todos os 5.570 municípios; os denominadores estão indicados em cada seção.
  • Municípios pequenos: taxas de segurança, abstenção e IDEB são mais voláteis; os cortes de população reduzem, mas não eliminam o problema.
  • Partidos: a classificação é a sigla registrada em 2024; alianças e posições mudam, e a média municipal não mede intenção de voto.

Leia também a análise da eleição, a correlação entre voto e desenvolvimento, o mapa por município e a metodologia do dataBR.